Desta forma, o grupo considerou que certos ajustes deveriam ser incorporados nas demonstrações financeiras do exercício de 2017. Assim, depois de calcular o efeito fiscal, a empresa concluiu que o efeito da equivalência patrimonial negativa é reduzido para cerca de 56 milhões de euros e é atribuível à maior parte do negócio ibérico.
Do ajuste de 36 milhões de euros nas reservas, o grupo adianta que 18 milhões são relativos a faturas pendentes de fornecedores, cujo registo foi feito num período diferente daquele a que corresponde cada fatura. Os restantes 18 milhões correspondem a “estimativas de provisões de vários itens que foram arrastados de um ano para o outro”. Os restantes 18 milhões de euros restantes são referentes a “estimativas de provisões para certos itens que foram arrastados de um ano para o outro”.
Quanto à reestruturação organizacional serão criados novos departamentos: a direção executiva do DIA Espanha, que será liderada por Fautisno Domínguez de la Torre, a direção executiva de Recursos Humanos do grupo, que será liderada por Alejandro Grande e a Secretaria Corporativa, que terá como líder Miguel Ángel Iglesias.
Fonte: DIA Corporate








