sexta, 04 janeiro 2019 15:44

Comércio de rua domina imobiliário de retalho

Em 2018, foram arrendadas cerca de 650 lojas, totalizando uma área superior a 220.000 metros quadrados, revela a Cushman & Wakefield. O comércio de rua dominou o segmento de retalho, sendo responsável por 44% das novas aberturas.

Já as operações em unidades stand alone representaram 25% da área e os centros comerciais captaram apenas 19% da área dos novos contratos, fruto da ausência de novas aberturas.

No comércio de rua, a cidade Lisboa registou uma procura de mais de 50.000 m2 e o Porto cerca de 17.000 metros quadrados.

De acordo com a consultora, esta área de negócio teve um ano muito positivo: foram concretizadas mais de 100 operações de arrendamento, “num espectro diversificado de atuação, dando resposta a uma procura constante de soluções inovadoras por parte de promotores e retalhistas, retratando um mercado em disrupção, mais exigente e profissionalizado”. A consultoria de retalho e a assessoria a investidores e promotores foram, assim, áreas de grande destaque.

O serviço de representação de retalhistas, em que a consultora atua na identificação e aquisição de lojas para retalhistas seus clientes, registou um “forte crescimento, não só por parte de players internacionais, mas também de retalhistas nacionais que percecionam a mais-valia que o mesmo representa”.

Segundo o diretor-geral da consultora em Portugal, Eric van Leuven, “2018 foi o ano de todos os records, em quase toda a linha: no volume de transações de investimento (que deve rondar os 3.000 milhões de euros), mas também na absorção de escritórios, na atividade do retalho de rua, na dimensão dos negócios, e no nível das taxas de rentabilidade”.

Fonte: Cushman & Wakefield

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