segunda-feira, 31 agosto 2020 16:51

Responsabilidade social: coesão e união de esforços é o caminho da Jerónimo Martins

"Quando os tempos são de enorme incerteza e ameaça, como os que estamos a viver, todos temos um papel a desempenhar.” São palavras da diretora de Comunicação e Responsabilidade Corportativas da Jerónimo Martins, Sara Miranda, para espelhar a intervenção do grupo no momento atual. E justifica: “Desde logo – e dado que somos um negócio de retalho alimentar – redobrar o sentido de missão, que passa por ter as lojas abertas, em condições de segurança para as equipas e os clientes, e permanentemente abastecidas do que é essencial. Para isto, têm sido fundamentais o compromisso e a dedicação dos colaboradores do grupo, que sabem bem que o seu trabalho nunca antes fez tanto a diferença”.

 

A responsável acrescenta que, além de manter uma atividade que “é crítico que não pare”, há que manter a abertura e a vontade de ajudar quem precisa: “É isso que, desde o início desta pandemia, as insígnias do Grupo Jerónimo Martins têm estado a procurar fazer ainda mais, reforçando a atenção e a resposta às necessidades, pedidos e urgências de que vamos tomando conhecimento”.

Assim, concretiza que os apoios que, “de forma continuada”, o grupo presta a centenas de instituições de solidariedade social em Portugal foram mantidos e, em alguns casos, foram mesmo intensificados. Foi igualmente reforçado o apoio aos produtores nacionais daqueles produtos cujo escoamento foi mais afetado pelo encerramento dos hotéis, restaurantes e cafés, e pela quebra nas exportações. O Pingo Doce, em particular, aumentou as suas compras destes produtos e tem vindo a desenvolver campanhas promocionais para incentivar os consumidores a dar força ao que é português.
Do mesmo modo – “como forma de nos solidarizarmos com o esforço de combate à doença” – está a fornecer semanalmente alimentos a mais de 30 unidades hospitalares no país. E financiou a implementação do sistema de triagem SMART no Hospital da Cruz Vermelha, que “promete constituir-se numa ferramenta importante de apoio à decisão por parte dos médicos”.

“Temos estado muito atentos”, enfatiza Sara Miranda. E exemplifica: “Por isso, quando nos chegou o pedido de apoio por parte do Hospital do Espírito Santo de Évora, para que viabilizássemos a conclusão da montagem de uma segunda unidade de cuidados intensivos, não hesitámos”. A nova unidade aumenta significativamente a capacidade de resposta do Alentejo ao que puder ainda vir a ser a evolução da pandemia Covid-19, já que permitirá tratar 12 doentes em fase aguda da doença, ou seja, com insuficiência respiratória e necessidade de suporte de ventilação.

Houve, “naturalmente”, um reforço das verbas disponibilizadas para as iniciativas de apoio às comunidades, na medida em que o grupo manteve e reforçou os apoios já existentes, e, cumulativamente, tem feito investimentos “relevantes” na área da saúde, nomeadamente a contribuição de 500 mil euros para a iniciativa promovida pela Comissão Europeia de “resposta global à Covid-19”.

“Esta pandemia já está a provocar muitos impactos sociais e económicos que se prolongarão para lá da sua passagem. É fundamental que cada um faça a sua parte, porque só com uma grande coesão e união de esforços seremos capazes de ultrapassar esta dura crise”, realça.

 

Fonte: Store

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