O secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, é o protagonista da capa da mais recente edição da Store. Em entrevista, analisa a resposta da cadeia de abastecimento ao contexto de confinamento ditado pela Covid-19, destacando, em particular, o contributo do retalho.

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A recuperação da economia portuguesa só ocorrerá quando o consumo voltar a crescer. É esta a leitura que o associate partner da Deloitte, Pedro Miguel Silva, faz do impacto da pandemia de Covid-19. Sobre o retalho, entende que o alimentar e o não alimentar enfrentam desafios distintos nesse caminho.

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O centro comercial Nova Arcada foi adquirido à Caixa Geral de Depósitos, pela empresa de imobiliário internacional MDSR Investments. A gestão continua a cargo da Sonae Sierra, que assumiu a sua remodelação e comercialização, em 2012, “num ano ainda de crise e num ambiente concorrencial agressivo”. A diretora de Gestão de Ativos da Sonae Sierra para Portugal e Espanha, Cristina Santos, explica por que é considerado um caso de estudo de revitalização e reposicionamento.

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O diretor-geral da APED, Gonçalo Lobo Xavier, considera que o aumento de impostos especiais sobre o consumo previsto na proposta de Orçamento do Estado para 2020 constitui “uma forma encapotada de arrecadar mais receita fiscal”.

Esta posição foi manifestada em entrevista ao programa “Conversa Capital”, uma parceria Antena 1/Negócios.  Referia-se aos impostos sobre o açúcar, as bebidas e o sal, nomeadamente, considerando que não agradam ao setor: “São medidas feitas em nome da melhoria da condição de vida dos cidadãos, da sua alimentação saudável e do ambiente, e achamos que não será bem assim”. A propósito, recordou o “esforço enorme” nesse sentido, feito pela APED, pela Direção-Geral de Saúde e pela indústria, esforço que reputou de “medida de saúde pública e de sustentabilidade com efeitos práticos”.

“Já pedimos que haja estabilidade e clareza sobre os procedimentos e sobre o nível de carga fiscal em termos de empresa”, frisou, referindo ainda “outras contribuições que levantam dúvidas sobre a sua eficácia”.

É o caso da contribuição sobre a utilização das embalagens de uso único, que, “conceptualmente, parece poder ser interessante”, mas, “mais uma vez, o Estado quer legislar e taxar algo sem ainda se poder estudar as alternativas”.

A APED – disse – defende a utilização racional do plástico, que “não vai acabar por decreto”. “Não podemos estar todos os dias a inventar proibições”, criticou Gonçalo Lobo Xavier, afirmando que se está a penalizar toda a cadeia de valor sem dar tempo aos retalhistas e à indústria para encontrar soluções que sejam economicamente equilibradas.

Em foco na entrevista estiveram também as propostas da APED relativas à simplificação fiscal, com o diretor-geral a afirmar que tiveram bom acolhimento, mas não foram contempladas nesta proposta de orçamento. Manifestou, porém, a expectativa de que possam ser consideradas na discussão na especialidade.

 Abordado foi ainda o pedido de mediação para a discussão do acordo laboral para o setor, com Gonçalo Labo Xavier a recordar que os sindicatos apresentaram uma proposta de crescimento dos salários na ordem dos 19%, quando o governo propôs 0,3% para a função pública. Espera, ainda assim, que, até final de janeiro, seja possível encontrar “uma proposta mais equilibrada para todos”.

Frisou, neste contexto, que a média salarial é de 960 euros e que o setor criou 20 mil empregos nos últimos quatro anos, sendo que 70% dos colaboradores têm vínculo contratual.

Ainda sobre o setor, avançou com a estimativa de um aumento de 3% nas vendas, em 2019, face a 2018, valor que deve manter-se este ano.

Fonte: Negócios

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Fazer valer os direitos dos consumidores sem colocar em causa os da empresa. É esta a missão do CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo, cujo presidente, Fernando Viana, gostaria de ver mais empresas com estatuto de adesão plena e, entre elas, as do setor da distribuição, até porque são a segunda fonte de reclamações. No sentido de alterar este cenário, trabalha em parceria com a APED.

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“As medidas protecionistas contra retalhistas e produtos estrangeiros estão a restringir o crescimento e a prejudicar os consumidores”. A convicção do Diretor-Geral do EuroCommerce, Christian Verschueren, indicia a defesa de que a Europa precisa de enfrentar a ameaça do protecionismo e da legislação discriminatória de forma robusta. Advoga também uma revisão urgente dos obstáculos ao mercado único, que, entende, custam aos consumidores e às empresas 615 mil milhões de euros ao ano e põem em perigo a recuperação económica da Europa.

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Dar a conhecer as inovações aos visitantes, prepará-los para o que aí vem, e aumentar as oportunidades de negócio para os expositores são o foco da “Empack and Transport & Logistics”. As palavras são da responsável pela feira, Raquel Carboneras, que destaca o showroom – uma novidade nesta quinta edição.

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É para o e-commerce que está a ser canalizado o esforço e o investimento da IKEA Portugal, na convicção de que as vendas online vão crescer mais rapidamente do que as vendas em loja. Isso não significa, porém, que a expansão física não esteja nos planos da insígnia: está, mas ainda sem data marcada. De regresso a Portugal em setembro de 2017, após ter sido, em 2009, a primeira retail manager no País, a sueca Helen Duphorn estabelece como ambição a duplicação do negócio. A dez ou 15 anos.

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Desde que, em junho de 2016, anunciou a intenção de se expandir para Portugal que a ambição do retalhista espanhol Mercadona cresceu. As quatro lojas anunciadas originalmente passaram rapidamente a dez e estas são apenas as que abrem este ano, fazendo disparar o investimento de 25 milhões de euros para 160 milhões. Em entrevista, a diretora de Relações Externas e Assuntos Europeus em Portugal, Elena Aldana, sustenta que o posicionamento é ser uma empresa portuguesa, que paga impostos, cria emprego e gera riqueza no País. A primeira loja é inaugurada esta terça-feira, 2 de julho, em Canidelo, Vila Nova de Gaia.

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Pequenos eletrodomésticos à entrada de uma loja? Já é uma realidade e vai acontecer cada vez mais. Nuno Luz, diretor-geral da FNAC Portugal, sustenta que esse é o caminho para a consolidação, muito embora seja necessário acautelar os riscos de desvirtuamento da marca. O caminho passa também pela abertura de lojas de proximidade e por lojas mais especializadas, como a Connect. E, certamente, pela preservação do ADN cultural. No que respeita ao negócio, fica uma certeza: está em recuperação.

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