O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de -14,3% em fevereiro para -0,1% em março. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), está, assim, "praticamente ao nível de há um ano ".
Os 250 maiores retalhistas globais geraram receitas agregadas de 4,85 mil milhões de dólares no ano fiscal de 2019 (exercícios fiscais encerrados em 30 de junho de 2020), representando um crescimento de 4,4%. Os dados são do estudo Global Powers of Retailing 2021, da Deloitte.
O volume de vendas no setor do retalho decresceu 1,5%, em 2020, face ao ano anterior, atingindo os 22.653 milhões de euros, de acordo com o “Barómetro de Vendas”, da APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, apresentado esta terça-feira.
O investimento no retalho manteve-se estável nos primeiros três trimestres de 2020, ascendendo a um volume de 20,9 mil milhões de euros, na Europa. De acordo com a consultora imobiliária internacional Savills, também os volumes de negócio do setor retalhista alimentar registaram uma “forte subida”, durante o período de confinamento.
As vendas no comércio a retalho diminuíram 4,5% em dezembro, menos que o decréscimo – de 5,3% – registado em novembro. Os dados são do INE – Instituto Nacional de Estatística.
Cerca de dois terços das empresas inquiridas no estudo “Digital Mastery 2020: How organizations have progressed in their digital transformations over the past two years”, do Capgemini Reserach Institute, revelaram possuir os recursos necessários a nível de tecnologia (60%) e de liderança (62%) para serem bem-sucedidas na implementação dos seus programas de transformação digital. O setor do retalho lidera este progresso.
O volume de negócios do comércio a retalho, em novembro de 2020, diminuiu 6,1% na área do euro e 5,0% na União Europeia (UE), em comparação com o mês anterior. De acordo com estimativas do Eurostat, as medidas de contenção da Covid-19, introduzidas novamente por vários estados-membros, tiveram um “impacto significativo”.
Auchan, Meu Super, Worten, Worten Mobile, Cien, Yammi e Milbona foram eleitas Escolha do Consumidor 2021. A ConsumerChoice, sistema de avaliação de marcas, revela ainda que o Recheio foi a Escolha dos Profissionais, na categoria “Distribuição Grossista”.
As vendas no comércio a retalho diminuíram 5,1% em novembro. De acordo com o INE – Instituto Nacional de Estatística, os produtos alimentares e os produtos não alimentares passaram de variações de 3,2% e 0,5%, em outubro, para -2,3% e -4,0%, respetivamente, no mês seguinte.
A pandemia de Covid-19 fez aumentar o comércio eletrónico, principalmente durante o confinamento, o que levou as lojas a acelerarem a digitalização, que já fazia parte das suas estratégias futuras. Esta é uma das conclusões do relatório "A Reinvenção do Sector do Retalho", publicado pela consultora Minsait, que analisa a mudança dos hábitos de compra nestes últimos meses.