O estudo envolveu 745 executivos de 19 países. 78% dos inquiridos referiram uma preocupação crescente com a conformidade em matéria de proteção de dados e privacidade da informação, mas apenas 33% tem a decorrer um plano para endereçar o RGPD. No estudo, foram ainda analisados os riscos legais (de conformidade e de fraude) que as empresas enfrentam e o uso de análise de dados forense (FDA) para os gerir.
Andrew Gordon, Global Fraud Investigation & Dispute Services Leader da EY, refere que "o ritmo das alterações regulatórias continua a acelerar e a introdução de leis relativas à proteção de dados e à privacidade da informação, como o Regulamento Europeu Geral de Proteção de Dados (RGPD1), constitui um grande desafio para as organizações globais". No entanto - acrescenta - "as empresas que adotem as tecnologias FDA podem obter vantagens significativas, beneficiando de uma gestão de risco mais eficaz e de uma maior transparência de negócio transversal a todas as suas operações".
A Europa registou valores mais positivos, com 60% a indicar que tem um plano de conformidade em curso. Noutros mercados parece haver mais a fazer para cumprir o regulamento: nas regiões de África e Médio Oriente apenas 27% diz estar a trabalhar nisso, na América foram 13% e na Ásia-Pacífico 12%.
O Regulamento Geral de Proteção de Dados entra em vigor a 25 de maio.
Fonte: YoungNetwork Group



