Segundo o EuroCommerce, esta alteração poderá gerar confusão junto dos consumidores e, consequentemente, prejudicar negócios, uma vez que os clientes vão encarar os novos produtos no mercado como menos eficientes do que aqueles que já possuem em casa.
O diretor-geral do EuroCommerce, Christian Verschueren, afirma que a organização apoia a clarificação dos rótulos energéticos e a resolução da "inflação" provocada pelas taxas de eficiência.
No entanto, o novo sistema obrigará os retalhistas a voltar a etiquetar os produtos e a assumir responsabilidades dos fabricantes, tendo mais custos. Uma situação que, para o diretor-geral, vai contra a legislação europeia no âmbito de segurança dos produtos, que proíbe o "relabelling" de produtos, por parte dos retalhistas.
Fonte: EuroCommerce








