Segundo a IBM, "em todo o mundo, todos os anos, uma em cada dez pessoas adoece e 400.000 morrem devido a alimentos contaminados", sobretudo porque é moroso o processo de descoberta do foco de contaminação, pela falta de acesso à informação e à rastreabilidade dos alimentos. Com a IBM Blockchain, a empresa acredita que pode fazer chegar informação útil a todos os intervenientes da cadeia de fornecimento, evitando ou resolvendo de forma mais ágil situações de contaminação.
"No caso da cadeia global de fornecimento de alimentos, todos os produtores, fornecedores, distribuidores, retalhistas, reguladores e consumidores podem obter acessos autorizados a informações conhecidas e confiáveis sobre a origem e o estado dos alimentos, o que irá permitir que todos os participantes do ecossistema possam rastrear produtos contaminados até à sua fonte, num curto período de tempo, por forma a garantir a sua remoção segura das prateleiras das lojas e impedir a propagação de doenças", refere a empresa em comunicado.
Marie Wieck, general manager da IBM Blockchain, salienta que esta é uma tecnologia "inovadora" e com "imenso potencial", que vai "melhorar a forma como os negócios são efetuados". O consórcio vai agora identificar novas áreas da cadeia de fornecimento onde esta tecnologia possa ser aplicada.
Fonte: IBM








