Os espanhóis Pedro e Pablo Gómez-Pablos e o francês Gregoire Bontoux Halley juntaram as ações, somando em conjunto 3,25% do capital, uma percentagem que esperam aumentar através de novas compras, enquanto procuram novos investidores ao acordo de distribuição. Segundo o jornal Expansión, a intenção será financiar a oferta com fundos próprios e, em seguida, recapitalizar a empresa. Mas não através de uma ampliação de capital como as propostas pela LetterOne e o Conselho de Administração do Grupo. Estariam antes a estudar fazê-lo através de um empréstimo participativo.
Já o investidor maioritário, que detém 29% do capital da retalhista espanhola, pretende ficar com os 70,29% que lhe falta para controlar a cadeia de supermercados. Para depois avançar com um aumento de capital de 500 milhões de euros e tirar a empresa da bolsa, de forma a enfrentar a crise financeira que atravessa. A LetterOne contesta ainda a restruturação da empresa, no âmbito da qual subscreveu, no fim de 2018, um compromisso financeiro de 600 milhões de euros.
O Conselho de Administração do Grupo DIA considera, por sua vez, que o anúncio de OPA feita pela LetterOne realça a “atratividade dos negócios” da empresa e observa o "alinhamento do plano de transformação baseado em seis pilares do ofertante" para a empresa com o plano estratégico do DIA, que reflete o trabalho conjunto realizado pela equipa de gestão do grupo e pelo Conselho durante o ano de 2018.
Fonte: Expansión








