Segundo o comunicado de imprensa, a subida, de 78 milhões de euros, engloba todas as margens da conta de resultados. O grupo alcançou um resultado de exploração equilibrado (break even) e obteve um EBITDA de 135 milhões de euros, mais 17% do que no ano anterior. Também assistiu a um crescimento do resultado bruto, que aumentou 36%, e, depois de deduzidos os impostos, a marca obteve um resultado líquido de 35 milhões de euros negativos. Foi nas vendas online que a Mango registou um crescimento mais acelerado e superou as suas próprias previsões. No ano passado, o número de vendas aumentou 31%, até alcançar o valor de 445 milhões de euros, o que representou 20% do total da faturação. A previsão tinha sido alcançar esta meta em finais de 2020 e agora, depois da revisão dos seus planos, prevê alcançar os 25% em 2019 e os 30% em 2020. A Mango está presente em 110 países e vende online em mais de 80. Em 2018, o site ultrapassou os 555 milhões de visitas, o que representa mais 24% do que no ano anterior. As compras através de dispositivos móveis ou tablets alcançaram 54% do total. A app alcançou os três milhões de downloads e registou mais de dois milhões de utilizadores ativos mensais, mais 27% do que no ano anterior. Fonte: Birdsong