"À medida que nos aproximamos do final de um ano extraordinário, damos conta de uma série de desafios que o nosso setor terá de enfrentar. Se 2020 tem uma duração e um efeito dramático nos centros das cidades, os retalhistas podem ajudar a manter as comunidades vivas ou não há escolha a não ser fechar? Precisamos de reduzir a equipa física das lojas e acelerar a automação e as novas tecnologias? Como conhecer a explosão da procura por vendas online e garantir que os clientes tenham um serviço perfeito e recebam as mercadorias de forma eficiente? As respostas para cada uma dessas perguntas dependerão do modelo de negócios e do segmento cada empresa", refere o diretor-geral do EuroCommerce, acrescentando que os governos nacionais da UE precisam de apoiar os retalhistas, "particularmente os pequenos retalhistas dos centros da cidade", a acelerar a transição omnicanal.
O relatório, de 130 páginas, reúne as exposições de vários retalhistas séniores, especialistas em retalho e comentadores, que tentam perceber e interpretar algumas mudanças trazidas pela pandemia de Covid-19.
Além disso, há entrevistas detalhadas com líderes do retalho, como: Tesco, Walgreens, Tendam, Woolworths South Africa e Spar International. A insígnias refletem sobre este ano e perspetivam 2021.
Fonte: EuroCommerce








